quarta-feira, 1 de setembro de 2010

DENÚNCIA!

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fatos para não esquecermos

Genocídio em Ruanda - Entre Abril e Junho de 1994, um número estimado de 800 mil ruandeses foram mortos no espaço de 100 dias.

O genocídio em Darfur- afirmou 400.000 vidas e desalojou mais de 2,5 milhão de pessoas. Mais de cem pessoas continuam a morrer todos os dias, cinco mil morrem a cada mês.Desde fevereiro de 2003, o governo sudanês em Cartum e patrocinado pelo governo da milícia Janjaweed usaram o estupro, o deslocamento, a fome organizada, as ameaças contra os trabalhadores humanitários e assassinato em massa. Violência, doenças e deslocamentos continuam a matar milhares de inocentes Darfur cada mês.

Nigéria - Os principais problemas foram causados mais por diferenças políticas, étnicas e religiosas em que parece que o país parece não conseguir superar isso. existem mais de 1 milhão de vítimas.

genocídio na Guiné-Bissau- desde a década de 1960. A luta aqui é, principalmente entre o povo eo governo, e foi provocada por divergências políticas. a morte de 1000 de nativos da Guiné-Bissau

A República Democrática do Congo e de seus aliados acusam a ONU de ignorar um "genocídio" de 2,5 milhões de pessoas na controladas pelos rebeldes no leste do país

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Célia Sampaio - Essa É Minha Cultura

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BRASIL QUILOMBOLA

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MISS MARANHÃO - NEGRA, LINDA , INTELIGENTE... quer mais?

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A VOZ MANSA DE DICY ROCHA

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Série Cantoras da Ilha – Dicy Rocha

Quero mostrar a dor e a alegria, esses dois sentimentos que com a música dialogam sempre. Há tudo, as dores que foram transformadas em música, em poesia…

A serenidade espalha-se imperativamente pelo ambiente onde está quem ouve a melodiosa e mansa voz da cantora Dicy Rocha. Quando ela canta, parece sim, todos calam. Os improvisos são constantes. Há preocupação com a poesia. A vontade é grande. Ainda sem muito estudo musical, o canto precisa de mais força e mais persistência. A segurança vem de reconhecer a constante necessidade de evolução. Aos 31 anos, conhecidas pelos artistas e rueiros da noite ludovicense e já premiada como melhor intérprete do 11º Festival Universitário de Reggae (Unirregae) e pelo III Festival João do Vale da Música Popular em 2008, Dicy guarda uma presença forte no palco, que se reflete em suas palavras. Com uma carreira iniciada ainda quando adolescente em Coroatá, sua cidade natal, ela, desertora da Engenharia Civil e radicada na Ilha, é a personagem inicial da série “Cantoras da Ilha”, que se inicia hoje no caderno Alternativo, com uma perspectiva de correr São Luís para retratar um pouco vida e do trabalho das novas e das consagradas intérpretes. Dicy Rocha vai apresentar sexta-feira, 3 de setembro, no Odeon Sabor e Arte (Praia Grande), o show Negra Melodia, marcado pela pessoalidade, pela improvisação.
Por que a escolha da música para se manifestar?
Dicy Rocha –
Eu acho que eu não escolhi a música. Acho que foi ela que me escolheu. Eu não consigo separar-me dela de jeito nenhum, porque eu tenho uma relação muito íntima com a música. Antes de pensar em apresentar para outras pessoas, de apresentar-me no palco, eu sinto ela muito próxima de mim. A minha infância foi toda muito musical. Nossos somos um povo muito musical, pois nossa oralidade é muito rica. Eu cresci ouvindo histórias por meio de músicas que minha avó criava. E as histórias infantis são assim todas carregadas de muita oralidade. Fora que no interior do estado onde eu nasci e me criei todas as figuras que eu me recordo tinha muito de musicalidade. Como figuras, refiro-me às pessoas do dia-a-dia, do seu Francisco da quitanda às pessoas de casa como minhas tias, minha avó. Além disso, houve muita a influência do meu pai e da minha mãe. Sempre ouvi muita coisa vinda deles. Com os vinis do meu pai, meio que fiquei um pouco protegida da influência dos grandes veículos de comunicação. Neles havia muita coisa boa. Depois de um tempo apareceram alguns convites, passei a subir no palco. Contudo, o início foi na igreja. Eu sempre me expressei por meio da música, porque eu sempre fui muito tímida, principalmente na infância. Então, não dizia nada, mas estava ali cantando.
E como foi a transição da igreja para o palco?
Dicy Rocha –
Foi, na verdade, por meio de um convite de um amigo muito querido, que é o cantor Wilson Zara. Na época, eu cantava com minha irmã e uma amiga. Zara nos convidou para assumir os vocais no Tributo a Raul Seixas, organizado por ele. Depois desse show, eu e minha irmã Jovenilde Rocha começamos a pensar na possibilidade de cantar pela noite e, assim, a montar um repertório. Com essas idéias, montamos o grupo Flor de Cactos, que durou 10 anos e foi um período marcante da minha vida. Era um trio feminino, no qual a gente cantava muito samba, muita bossa. De Coroatá, nós viemos para São Luís e passamos muito tempo. Agora, que eu comecei “a minha Dicy”, colocando em prática as coisas com as quais me identifico.
Pode-se ver que hoje em dia as cantoras tem primado por diálogo com a música tecnológica, utilizando de muitos efeitos, o que há de moderno dentro da música que você canta?
Dicy Rocha – Na verdade, eu não estou muito moderna não, sabe (risos). Até os samplers (efeitos comandados por um DJ), que “invadem” os intervalos do repertório do show que tenho montado, saem direto do vinil. Essa é uma parte que eu considero muito bacana da apresentação. Eu sempre curti muito o som do vinil. Quando conheci o Joaquim (Zion), DJ, eu voltei a rever muita coisa dentro desse universo meio perdido. Há muitas coisas que ainda não foram remasterizadas. Muita música e registro em vinil, que não tem no formato de CD. Uma das minhas felicidades em apresentar o show “Negra Melodia” é a presença constante da poesia. No show, os samplers apresentam poemas de Vinícius, de Drummond e outros e eles estão todos interligados. Tem sido algo incomum, que tem levantado muitos elogios do público.  No show, há muita continuidade. Os poemas impedem as paradas, os cortes. No palco, é começo e fim de repente. O bom é que ainda tem muita coisa a se apresentar. Aos poucos a gente vai apresentando mais. O repertório faz parte de uma pesquisa pessoal que tenta reunir algumas cantigas do Maranhão. Cantigas de lavrador, de lavadeiras, de gente simples mesmo. Eu comecei com essa história em casa, no quintal. Comecei a pegar umas canções pelas quais eu me apaixonei, mostradas por minha avós. Músicas que eram cantadas durante a caminhada para a roça e que eu achei que tinha muito do meu trabalho, do que eu queria mostrar no “Negra Melodia”. Entre os poemas do vinil e as outras músicas, há essas cantigas maranhenses.

E quanto ao papel da cultura negra em sua música?
Dicy Rocha –
Acho que é um dos traços mais fortes na minha música. Não foi algo que eu pensei: – Ah, eu vou por esse campo a partir de agora. Acho que agora é o que sinto necessidade de expressar. Até porque eu me identifico e ouço muito. Gosto muito dos ritmos africanos. A nossa música tem todas as ligações possíveis com a raiz africana. Acho que todos ritmos que eu ouço no Maranhão tem um pouco. Na música de Cabo Verde, no dialeto crioulo, no zouk, eu sempre vejo e digo: isso aqui é a célula de um ritmo maranhense. Do tambor de crioula, ao terecô de caixa. Cada vez mais eu vejo o quanto estamos ligados a nossa origem. Não tem como está. A temática de show por si só é bem negra porque gosto de fazer essa ênfase. Quero mostrar a dor e a alegria, esses dois sentimentos que com a música dialogam sempre. Há tudo, as dores que foram transformadas em música, em poesia…

Hum hum… eu sou saliente mesmo (risos). Eu tenho esse cuidado sempre tentar colocar uma cara minha no trabalho. Acho que para todo intérprete essa é uma perspectiva”

Em suas apresentações, há muito improvisações…
Dicy Rocha –
Hum hum… eu sou saliente mesmo (risos). Eu tenho esse cuidado sempre tentar colocar uma cara minha no trabalho. Acho que para todo intérprete essa é uma perspectiva. Eu canto a música que eu gosto muito. Tento levar ao show, o que eu faço em casa. Pego uma canção e fico cantando durante o dia, diversas vezes. A improvisação era um trabalho desde o início, desde o Flor de Cactos. Onde nós fazíamos muita coisa bacana, porque a gente sempre foi muito livre. E nesse novo trabalho, também me sinto muito bem ambientada e tudo é muito próximo, o que me possibilita improvisar sempre. Tento sempre imprimir algo que tenha a ver comigo dentro das minhas possibilidades. Às vezes, funciona, outras vezes não. Mas as pessoas já percebem: isso aqui foi você quem fez, não é? E isso é muito significativo. Acho que meu canto é muito simples. Ainda não tive a oportunidade de estudar canto, mas acho que um problema que vou enfrentar é essa vontade de sempre querer colocar a minha cara no trabalho que faço, porque pesa sempre a questão das regras etc. Contudo, quando for estudar, vou priorizar o que me deixa mais livre.
Ouça
http://myspace.com/dicyrocha
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Entrevista completa da Série Cantadoras da Ilha, do caderno Alternativo, do jornal O Estado do Maranhão (@OEstadoMA)

domingo, 29 de agosto de 2010

MATÉRIA DA TV MIRANTE SOBRE A MORTE DE MAGNO CRUZ

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VALEU NEGÃO!

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HERTZ DIAS (Movimento Hip Hop Quilombo Urbano/MA) Poesia do Professor de História da UFMA.
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Ei irmão Magno, tá me escutando negão?  Permita-me conversar contigo, pois sei que você sempre foi divã para as angústias de nossas negritudes. Posso falar? Tenho certeza que não estás triste, com saudades imagino. Não estás triste por que sei que tua indignação na luta, sem nunca ter perdido a ternura, foi sempre no sentido de fazer brotar alegria em meio ao jardim de pedra de nossas dificuldades.

Hoje estás dormindo, amanhã acordarás para a eternidade. Zumbi, Malcolm, Cosme, Dandara, Firmina e tantos outros te esperam, vai ter festa no Quilombo. Vai ter Gerô nos Cordéis, Escrete no Afoxé, Preto Ghóez nas rimas, Ras Francisco tocando uma seqüência de reggae roots e Antônio Vieira maestrando a festa.

 Fala pra Silva Cantanheide não esquecer dos “MENINOS DO HIP HOP”, só lembra a ela que a maioria desses meninos  já são quase avôs. Encontra um jeitinho de dizer pra Olorum que ele poderia esperar só mais um pouquinho, ficamos meio “bolado” com ele, Deus apressadinho esse hein?.  Tudo bem cara, você venceu a morte, agora tem o privilégio de ser imortal. Você se imortalizou nas tranças dredelokes de quem antes tinha vergonha dos seus carapinhos. Você fez renascer o orgulho negro destruído pelo racismo brasileiro. Se o CCN foi o ventre de todas as demais entidades negras do Maranhão, você foi genitor de nossa negritude moderna.

Olha, não vai falar isso pra Zumbi e CIA pra não rolar ciumeira, mas é verdade, se não fosse por você muitos de nós não teríamos se quer ouvido falar na história deles. Sem oficialmente ser, você foi nosso maior professor, às vezes meio profético. Muito não acreditavam que chegaríamos até aqui. Na mata fechada do racismo você ajudou abrir e alargar as trilhas de nossas negritudes. Você fez o improvável se tornar possível. Você tinha uma missão sem ser messias, nunca se “gabou” do que fez, mas fez sempre por amor e com amor. Lutou por quem nunca viu e por quem nunca foi visto, AMIGO INVISIVEL de verdade!!!

Não interpreta nossas lágrimas só como sinônimo de tristeza. Sentimento humano é complicado mesmo, você sabe disso. Na verdade choramos por que lembramos tudo de bom que você fez. Choramos por que somos egoístas, queríamos você sempre conosco, entende né? Tudo bem, os deuses africanos sabem o que fazem, não precisa lembrar não.

Camarada, sempre que possível sinalize para nós, vamos ficar esperando. Resistências, Vitórias, Conquistas, Alegrias, Justiça, Igualdade, Solidariedade, Orgulho, Auto-estima, em cada um desses momentos você estará nos acompanhando e sinalizando. De agora em diante vamos nos dedicar um pouco mais para fazer valer cada um desses objetivos coletivos, para que você possa está muito mais vezes conosco.

                                                VALEU NEGÃO!!!!!!!!!
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Enviado por: RICARDO BATY

Polícia Federal informa: Não desligue seu celular! Bandidos mudaram a tática! Tenha cuidado. Deixe seu celular LIGADO..

Aquele golpe que estavam dando na praça, dizendo que haviam seqüestrado um parente seu e exigindo resgate? Pois é, infelizmente ele foi remodelado, adaptado, já que a imprensa nacional andou divulgando o método que era utilizado.

Agora, os criminosos ligam para você dizendo que seu celular foi clonado: - Alô, Fulano? Nós somos da (VIVO CLARO/OI /TIM) e estamos informando que seu celular foi clonado. Você deve desligá-lo por 1 hora apenas, para que possamos efetuar averiguações na linha do seu celular.

Você, acreditando na ótima prestação de serviço, desliga o celular por uma hora, afinal o pedido é somente para desligar o celular, 'que mal teria'?

Aí é que vem o perigo... Os bandidos durante esta hora ligam para sua casa e praticam o golpe do seqüestro, previamente preparado..

Quem atende o telefone na sua casa, liga rapidamente para o seu celular e ouve: 'Este celular está desligado ou fora da área de serviço'. Daí em diante é só pavor total, na família, nos amigos, no trabalho... Portanto,
muito cuidado.

Se ocorrer esse fato, MANTENHA SEU CELULAR LIGADO. NÃO O DESLIGUE EM HIPÓTESE ALGUMA.

Para a área técnica da operadora checar alguma coisa na sua linha não é necessário desligar o aparelho, portanto não há justificativa para desligá-lo. Ao contrário, entre imediatamente em contato com as pessoas mais próximas à você (familiares, amigos, colegas de trabalho) e os alerte do fato.

Após isso, entre em contato com a Polícia (ligue 190 e/ou vá à Delegacia de Polícia mais próxima).

Esse aviso é sério. REPASSE ESSA INFORMAÇÃO.

MAGNO CRUZ - tua luta te dignifica

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Antonio Vieira – Militante do Movimento Negro/MA e Ex-Presidente do CCN. São Luís(MA), 09 de agosto de 2010
É magnífico ver-te, agora na ressurreição da vida, inspirando-nos à luta, sem nada falar-nos, sem se quer precisar gritar e arregalar os teus olhos de anjo barroco, sacudir no ar as tuas tranças e bradar:
- Isto não pode acontecer!
Ouvimos e haveremos de seguir o teu grito de luta meu irmão. Isto não pode acontecer! Eis aí a exortação feita à militância do movimento negro e de todos os movimentos sociais que lutam por justiça:
 Não pode acontecer de calar-nos, de deixar-nos conduzir como se fôssemos homens e mulheres tontos, embriagados pela alienação, que tem olhos e não veem, que andam perambulantes, às apalpadelas por caminhos sem luz, os passos inseguros, as trevas assaltando -nos o horizonte.
Não pode acontecer de condenar-nos à mendicância, ao ser servil, a esta coisa abominável de ter cabeça e não pensar, ou de pensar, mas ter a consciência aprisionada a mais vil submissão.
Não pode acontecer de seguirmos condenados por uma tal identidade, assistindo à identidade comum ser violada e o humano reduzido a nada. Não chega de ser negro. Chega de ser tratado como negro, o negro valor de uso, fruto do abuso racial.
Não pode acontecer de continuarmos sendo “a carne mais barata do mercado”. Nem tão pouco de constituir-nos na mais cara. Não somos mercadoria de nenhuma espécie. Não servimos ao mercado.
Não pode acontecer que a nossa voz silencie, que das nossas gargantas não entoe mais o canto, que das nossas bocas não brotem os risos e dos nossos olhos, apenas lágrimas a enxugar-nos o pranto.
 Não pode acontecer que das nossas festas roubem a alegria e dos nossos ritos a magia, que desvirtuem e maculem as nossas crenças.
 Somos a noite que encanta o dia. Somos crianças, mulheres e homens livres. Somos nós os redentores da nossa liberdade. Liberdade que conquistamos na luta do dia-a-dia. Magnífica é a nossa liberdade. LIBERDADE CONQUISTADA.



O QUE É CONSCIÊNCIA NEGRA PARA VOCÊ?

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Campanha Consciência Negra em Cartaz
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“O que é consciência negra para você?”
O Governo do Estado de São Paulo, por meio de sua Secretaria de Estado da Cultura, lança a Campanha Consciência Negra em Cartaz.
A “consciência negra” é um dos mais emblemáticos discursos produzidos pelo movimento negro brasileiro e internacional desde a década de 1960. Este discurso visa fazer com que o cidadão consciente, negro ou não, deve informar, conscientizar os cidadãos não esclarecidos sobre o racismo, a violência, a discriminação que os negros sofrem no Brasil e fora dele, inclusive na África.
A “consciência negra”, hoje em dia e nesta campanha, em especial, não é um patrimônio exclusivo do movimento negro, nem tão pouco dos negros militantes, mas de todos (brancos, amarelos e indígenas) os indivíduos e grupos que lutam pela melhoria das condições sociais, econômicas e psíquicas da população negra.
Ao participar desta campanha, você estará dizendo o que é “consciência negra” para você, para os seus parentes e amigos, para o mundo que te envolve. Assim, conscientizará pessoas conhecidas e desconhecidas sobre a necessidade de se construir um mundo menos violento, mais fraterno, mais democrático e republicano.
Objetivos
O objetivo desta campanha é realizar uma discussão sobre as várias questões que envolvem a temática da consciência negra. E tal discussão será realizada através da elaboração de uma peça gráfica, o cartaz, buscando com isso o envolvimento e reflexão da população sobre o tema sugerido através da seguinte pergunta: “O que é consciência negra para você?”, as várias respostas a essa questão deverão aparecer expressas nas idéias dos participantes.
Participação                          
Os participantes deverão ser pessoas físicas, de qualquer idade, residentes ou não no estado de São Paulo. Poderão participar designers gráficos, publicitários, artistas plásticos, estudantes e  o público em geral. A inscrição poderá ser feita em nome de uma pessoa ou equipe.
 

Magno Cruz - MAIS UMA HOMENAGEM TARDIA (ainda que válida)

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A Câmara Municipal de São Luis, através do gabinete do vereador João Batista Matos, tem a honra de convidá-lo para a sessão solene póstuma em homenagem ao Engenheiro e Militante do Movimento Negro Senhor Magno Cruz, a realizar-se no dia 13.09.10, às 11h, no Plenário da Câmara.
 

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